
Por vezes, é comum se confundir até onde vão as funções de um agente e de um gestor de viagens. Descubra nesse conteúdo como cada um deles opera no mercado e como garantir o sucesso do programa de viagens da sua empresa.
O que é um gestor de viagens?
De forma objetiva, o gestor de viagens é o profissional responsável por garantir o sucesso das políticas de viagem da empresa.
É um cargo que vai muito além de adquirir passagens ou reservas em hotéis, como muitos pensam. Envolve, entre outras atividades:
- Definir políticas de viagem junto à organização;
- Estabelecer os fluxos que farão parte do programa de viagens da empresa;
- Ajustar a oferta de recursos aos diferentes perfis de colaboradores que viajam;
- E otimização das viagens em termos de redução de custos, garantia de segurança e transparência.
É interessante destacar que, quando falamos de uma viagem bem-sucedida, não estamos tratando apenas do colaborador voltar satisfeito para casa. É sobre responder uma pergunta fundamental: os objetivos da viagem foram cumpridos e a jornada valeu a pena?
Trata-se de um desafio amplo, principalmente nos casos em que a organização concede a viagem como parte de uma política de incentivo.
Diferenças entre o gestor de viagens e o agente de viagens
Agentes de viagens são profissionais que desempenham um papel direto: a reserva de voos, hospedagens, seguros e serviços de mobilidade.
Já o gestor trabalha nos bastidores dos pedidos de viagens junto aos agentes. Eles recomendam diretrizes às equipes, definem orçamentos, fazem recomendações aos colaboradores e elaboram relatórios para monitorar os resultados das viagens.
O gestor de viagens é um elo entre os interesses da empresa e o que o mercado de turismo pode oferecer para atendê-la.
Um profissional extremamente especializado
A gestão de viagens se tornou um forte ponto de atenção nas grandes e médias empresas brasileiras.
Esperava-se que o período pós-pandemia se traduzisse numa queda das viagens corporativas, fortalecida com os novos hábitos e tecnologias desenvolvidas durante o período de isolamento justamente para evitá-las. Mas não é o que está acontecendo.
A Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abracorp) soltou nota informando que o setor movimentou – apenas até junho – R$1,2 bilhão este ano. Como comparativo, o primeiro bilhão faturado em 2019 (ano anterior ao começo da pandemia) só foi alcançado no último mês daquele ano.
O número evidencia algo bastante comentado pelas agências de viagem: há uma demanda consistente de viagens corporativas no mercado nacional e o seu mercado está bem aquecido.
É uma tarefa que toca em diversos pontos sensíveis para qualquer empresa séria.
Envolve despesas de difícil controle, garantia da integridade do colaborador além dos portões da empresa e desafios de compliance. Tudo isso é costurado com um desafio ainda maior: a gestão de diversos fornecedores fragmentados que operam com uma linguagem própria.
Os desafios são tantos que apenas um profissional especializado consegue manobrá-los sem causar prejuízos à organização. É nesse momento que a figura do gestor de viagens tem uma função crucial: o de construir uma ponte eficaz entre a empresa e o mercado de viagens.
Como o gestor de viagens pode impactar nos resultados da empresa?
O gestor de viagens é um forte elemento de controle das viagens corporativas.
É perigosa a combinação de um consistente fluxo de viagens corporativas e a ausência de coordenação integrada em uma mesma empresa.
Entre custos inesperados (e muito acima do planejado), falta de informações cruciais no meio da viagem e lentidão na busca por soluções, tanto a empresa quanto o colaborador viajante podem sair prejudicados.
O gestor de viagens garante eficiência neste fluxo, inclusive, tendo conhecimento afinado sobre as novas tecnologias do setor que permitem mais economia, agilidade e precisão.
Conforme mencionamos em nosso artigo sobre NDC, os processos estão mudando bastante no campo das reservas de passagens aéreas. O mesmo acontece em outros setores relacionados às viagens. Sem tecnologia adequada, sua empresa sequer terá acesso às melhores tarifas de hospedagem ou passagens aéreas do mercado e poderá ficar para trás em um cenário competitivo.
Como o gestor de viagens afeta o mercado de turismo como um todo
Agências de viagens recebem pedidos de viagens corporativas e, a partir do que foi solicitado, estabelecem os melhores pacotes. Caso a organização deixe de mencionar demandas importantes ou não tenha clareza nos objetivos daquela viagem, se sentirão frustrados.
O resultado é uma redução ou até extinção dos orçamentos em viagens corporativas. E isso está muito fora do controle dos agentes de viagens, companhias aéreas e hotéis.
Já com a presença do gestor de viagens, as empresas criam e sustentam bons programas de viagens. Há mais objetividade na contratação dos fornecedores, e esse benefício é produtivo tanto para empresa (que obtêm melhores resultados viajando do que não), quanto para os seus fornecedores (que garantem a continuidade da demanda).
Os gestores de viagens são cruciais para que as viagens corporativas continuem acontecendo e fornecem dados importantes para todos os fornecedores personalizarem suas cestas de serviços — o que, por sua vez, providencia informação útil para estratégias de cross selling.
A Voetur Turismo
Somos uma Travel Management Company (TMC) que está entre as 10 maiores empresas de turismo no Brasil. São décadas de expertise com ênfase na gestão orientada à melhor custo-benefício, compliance e controle completo de cada etapa na jornada do viajante.
Representantes exclusivos do AllStars Travel Group no Brasil, também somos pioneiros na adoção de novas tecnologias e oferecemos um modelo de atendimento flexível – nosso Voe Tech – garantindo uma abordagem para gestão de viagens que é mais eficiente e econômica.
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